Entrei no movimento escutista em 1989 como sénior. Fiz a minha promessa de dirigente no dia 24 de Maio de 2003 tendo escolhido para padrinho o chefe que me acolheu no primeiro dia no agrupamento, o chefe José Teixeira. Durante 14 anos recebi muito, recebi tudo o que um escuta pode esperar: exemplo, alegria, incentivo, caminhadas e raids, músicas e gritos, fogos de conselho, atividades, sentido de dever, compromisso, tenacidade, provas de sobrevivência, pontes himalaias, acampamentos, amigos, canhotas, atividades radicais e aquáticas, serras e cabanas, conhecimentos, destreza física, solidariedade, oportunidades únicas de comunhão e de espiritualidade partilhada, união fraterna, desenvolvimento pessoal, espírito de entreajuda, trabalho em equipe, formação, criatividade, bons conselhos. Aprendi a fazer nós e construções, a falar por rádio e walkie-talkies, aprendi código morse e sinalética, a orientar-me pelo sol e pelas estrelas, a traçar azimutes e a ler cartas militares, a seguir o No...